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terça-feira, 1 de março de 2011

PREMIAÇÃO OSCAR 2011

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FILME: O DISCURSO DO REI

DIRETOR: TOM HOOPER (O DISCURSO DO REI)

ATOR: COLIN FIRTH (O DISCURSO DO REI)

ATRIZ: NATALIE PORTMAN (CISNE NEGRO)

ATOR COADJUVANTE: CHISTIAN BALE (O VENCEDOR)

ATRIZ COADJUVANTE: MELISSA LEO (O VENCEDOR)

ROTEIRO ORIGINAL: DAVID SEIDLER (O DISCURSO DO REI)

ROTEIRO ADAPTADO: AARON SORKIN (A REDE SOCIAL)

ANIMAÇÃO: TOY STORY 3

FILME ESTRANGEIRO: EM UM MUNDO MELHOR (DINAMARCA)

TRILHA SONORA: A REDE SOCIAL

CANÇÃO: WE BELONG TOGETHER (TOY STORY 3)

DOCUMENTÁRIO: TRABALHO INTERNO.

 

 

O “DISCURSO DO REI” que já vinha se afigurando como o grande favorito ao título de melhor filme nas indicações do SAG (sindicato dos atores) e do PGA (sindicato dos produtores), faturou a premiação máxima da academia com quatro estatuetas. Não houve, portanto, grande surpresa, mas deixou aquele gostinho amargo de ganhou, mas não mereceu.

Todos se esmeraram em conciliar as opiniões com o óbvio intuito de não desagradar a Academia e, mais uma vez, perdeu-se a oportunidade da despolitização do cinema. Em 2010 Guerra ao Terror levou a melhor ante a sensacional produção de Avatar, e a justificativa foi a conscientização política, como se a questão política não estive expressa em cada árvore, cada tiro, cada mudança comportamental.

No caso de o Discurso do Rei, o comentário comum da crítica foi de que a Academia fez a opção (eterna, segundo alguns) pela tradição. E, diga-se de passagem, o filme é realmente a cara da Academia, mas a altivez de Cisne Negro, retomando o drama e as contradições humanas na brilhante performance de Natalie Portman, tinha todos os ingredientes de vencedor.

Até mesmo A Rede Social, aclamado por muitos como inovador e “que busca dialogar com a narrativa moderna” (leia-se o poder das novas mídias), não foi tão impactante quanto Cisne Negro. Quem assistiu Piratas do Vale do Silicío irá perceber uma relação direta (Bill Gates, aliás, é destacado em A Rede Social fazendo palestra para turma de HARVARD), não colocando esse aspecto como original. É bom não esquecer que esse tema já está defasado diante do rápido avanço tecnológico.

E se dialogar é expor jovens, fraudando ações e acumulando riquezas sem qualquer moralidade, exibindo-os como troféus universitários classe média, então é passada a hora de Deus descer à Terra.

 

sábado, 26 de fevereiro de 2011

MINHAS MÃES E MEU PAI

 

INDICAÇÕES AO OSCAR 2011

FILME: MINHAS MÃES E MEU PAI

MELHOR ATRIZ: ANNETTE BENNING

ATOR COADJUVANTE:MARK RUFFALLO

ROTEIRO ORIGINAL:

OPINIÃO PESSOAL: MUITO BOM

Um filme no mínimo ousado pela temática atualíssima do homossexualismo, principalmente quando envolve filhos. Entretanto soube captar, antes do preconceito sexual, o casamento com suas implicações: filhos, insegurança, amor, sexo…

A leveza com que o filme é conduzido não deixa espaço para questionamentos preconceituosos e a relação passa a ser vista, do ponto de vista família, normal; até o línguajar cede espaço para uma realidade que a sociedade não quer encarar, mas que torna-se simpática na relação mães e filhos.

Como uma experiência de laboratório o pai biológico é jogado dentro da trama e assistimos, sem torcer que assuma a paternidade dos filhos e se comprometa no casamento. Por um momento ficamos com a sensação que tudo é uma repetição de um casamento qualquer, e é. Há uma traição e um abalo no casamento das duas mulheres, e para surpresa os filhos apoiam a figura paterna (FEMININA) representada brilhantemente por Annette Benning.

Se o filme aborda a questão do homessexualismo, antes discute o casamento.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

PAIXÃO QUE MATA

 

INDICAÇÕES OSCAR 2011

FILME: CISNE NEGRO

ATRIZ: NATALIE PORTMAN

DIRETOR: DARREN ARONOFSKY

MONTAGEM

AVALIAÇÃO PESSOAL: EXCELENTE

ASSISTA AO TRAILER :

“É preciso ter o diabo no corpo para vencer em qualquer uma das artes”. ¹ Disse certa vez Voltaire -filósofo, escritor, diretor... Francês- ao exigir, da atriz que iria representar sua Tragédia, Mérope, viúva de Cresfonte, rei de Melleve, perfeição na simulação do sentimento de paixão. Ela reclamava que era preciso ter o “demônio em pessoa” no corpo para corresponder o que ele exigia.

O demônio da atriz foi exorcizado pelo médico vienense Sigmund Freud através da Psicanálise, que busca o significado “oculto daquilo que é manifesto por meio de ações e palavras ou pelas produções imaginárias, como os sonhos, ou delírios, as associações livres, os atos falhos.”

O que Voltaire entendia como “diabo” Freud compreendeu “prazer”, e associou a sexualidade como sendo a fonte. Ele dizia que a busca do prazer é a “maneira que temos para dar vazão ao forte impulso sexual que chamamos libido”. Cabe a sociedade normatizar essa vazão, e assim chegamnos ao ponto onde queríamos com toda essa “pajelança” teórica, ou seja, a energia sexual, para a psicanálise, é a mesma energia que utilizamos para trabalhar, divertir, produzir conhecimento, enfim, a energia responsável pela criação do que conhecemos como civilização humana.

Cisne Negro é o nome da peça teatral ansiosamente aguardada pelo público. Em verdade a história trabalha em duas perspectivas de abordagem do sentimento amor/paixão como objeto sobre o qual investimo libido: o cisne branco por quem o príncipe se apaixona e o cisne negro, que o seduz fazendo com que o cisne branco se mate; a bailarina deve representar os dois papéis.

A escolhida tem uma relação não bem resolvida com a mãe, e trabalha o sentimento de amor construido pela sociedade enquanto discurso repressor, modelo do amor perfeição. Por outro lado tem dificuldade em se ajustar ao modelo paixão, exigido pelo diretor na cena da dança do cisne Negro: entrega louca e desvairada ao ser amado. Esse sentimento represado começa a ser combatido pelo corpo com vômitos, dores, sofrimento de angustia e incerteza.

Só então, quando ela descobre a mãe na platéia, numa atitude de rompimento, baila com a perfeição exigida pelo diretor, ou como Voltaire desejava de sua atriz: com as “forças do demônio”.

Tallentyre. A vida de Voltaire, terceira edição; pg 145.

O NERD E A PUTA

 

INDICAÇÕES AO OSCAR 2011

FILME: A REDE SOCIAL

ATOR: JESSE EISENBERG

DIRETOR: DAVID FINCHER

ROTEIRO ADAPTADO

MONTAGEM

AVALIAÇÃO PESSOAL: MUITO BOM

Imagine que seu vizinho é um nerd, e surpreendentemente tem uma namorada, bonita, gostosa e inteligente. Nessa ordem; o sexo não pensa, e o sujeito normalmente é tendencioso as coisas do sexo em primeiro lugar. Isso é uma constatação, não uma afirmação dogmática.

Agora imagine que esse sujeito, por ser nerd e ter uma namorada, se considere um deus que tudo sabe e tudo pode; aquilo de onisciência prepotente sacou? Aí ele diz a ela:

- Você é uma puta, transou com aquele cara da porta...

Também não sei qual porta. Isso importa? – Rima babaca? Isso importa!

Ela responde que ele é um nerd; de maneira agressiva e como se só agora tivesse conhecimento.

É verdade, também não sei quanto tempo eles estavam juntos. Digamos que ela é masoquista; mas tudo tem limite, e convenhamos, nos dias atuais o sujeito chamar a namorada de puta...

Namoro acabado... E agora? Você acha que ele chora, compra uma garrafa de cachaça e vai para a boate azul até amanhecer o dia e então pula da terceira ponte? Qual o quê! Esqueceu que ele é um nerd? Pois bem, em apenas sete dias (algo me lembra de alguém ter feito algo em sete dias...) o cara ganha uma idéia, recebe dinheiro do amigo, monta uma empresa, sacaneia todo mundo... É preciso lembrar que ele teve aulas com o bilionário Bill Gates!!!! Não é pouca miséria, nem pouca burrice, leia-se estratégia; afinal a empresa, hoje, está cotada na bolsa algo em torno de 25 bilhões de dólares.

Agora imagine esse mesmo carinha com cara de cara que sempre leva na cara, mas é só cara, ao invés de bolar uma “rede social” resolve explodir o prédio onde você mora... Alguém dirá:

- Não pode ser verdade; conheço aquele rapaz desde criança; é incapaz de matar uma mosca... Vive para estudar, é um doce de menino. Quem dera se ele fosse presidente!

São estranhos os caminhos do progresso!!!

Parabéns a nossa presidenta Dilma que pretende expandir a “rede social Bolsa Família e demais bolsas, bolsinhas, bocetas, cuecas e malas, etc. e ta”. Isso importa. E se ela resolve explodir nossa casa... Não! Como poderia ser? Aqueles olhos cálidos, sorriso sincero, andar de bailarina e voz angelical... NUNCA!!!

O OSCAR 2010, UMA CHATA E NADA MAIS

 

INDICAÇÕES AO OSCAR 2011

FILME: BRAVURA INDÔMITA

ATOR: JEFF BRIDGES

ATRIZ COADJUVANTE: HAILEE STEINFELD

DIRETOR: JOEL COEN E ETHAN COEN

ROTEIRO ADAPTADO

AVALIAÇÃO PESSOAL: BOM

Há duas formas de entender BRAVURA INDÔMITA.

A primeira é avaliando o grau de diferença ou verossimilhança com a primeira produção estrelada por John Wayne em 1969 – OSCAR melhor ator; aí a coisa fica estranha, porque BRIDGES – OSCAR melhor ator 2010, nem de longe se assemelha ao astro dos anos 60.

A segunda forma seria considerar (se isso é possível para quem assistiu o primeiro longa) como sendo produção singular. Aí vale ponderar alguns pontos:

O tema está meio fora de moda, mas isso não é problema para a turma do bang bang, que se apóia no ritmo selvagem, sempre em velocidade; e o padrão moral de bom e mau em lados opostos; sem meio-termo.

Então voltemos à atenção para o astro do OSCAR de 2010, e aí veremos a caricatura do personagem de CORARAÇÃO LOUCO; com uma diferença: um decadente musical é uma coisa, já um pistoleiro decadente e bêbado... É outra coisa! A cena mais impactante se dá no confronto com vários bandidos em que o xerife disparando mata quase todos, exceção de um, que não morrendo o mata. Se eu não estivesse no cinema diria que eram meus filhos brincando de faroeste...

Quanto à guria Steinfeld (que agita toda essa confusão porque mataram o pai dela), concorre ao Oscar como melhor atriz coadjuvante... É merecido!) Fico imaginando o que a pobre órfã não fará caso não erga a estatueta na festa de 27 de fevereiro. Ela é mais chata que BRUCE WILLS em DURO DE MATAR 1, 2, 3... Com certeza a festa do Oscar virará a festa do Oscarito, com direito à torta na cara e muito mais. (Nada contra o grande comediante brasileiro, sucesso das chanchadas brasileiras dos anos 60; muito ao contrário, a relação é que Oscarito e Grande Otelo quando se juntavam era uma comédia.) Justiça seja feita, a jovem órfã (deve ter feito faculdade de direito no oeste americano tal a insistência em recorrer às leis em sua defesa) encara de igual o monstro BRIDGES do Oscar 2010. Mas é chata!

COMO CURAR A GAGUEIRA COM BOLINHAS DE GUDE

 

INDICAÇÕES DO OSCAR 2011

- MELHOR FILME: O DISCURSO DO REI

- ATOR: COLIN FIRTH

- ATRIZ COADJUVANTE HELENA BONHAM CARTER

:- ATOR COADJUVANTE: GEOFFREY RUSH

- DIRETOR: TOM HOOPER

- ROTEIRO ORIGINAL

- MONTAGEM

- AVALIAÇÃO PESSOAL: BOM

Convenhamos o quanto é difícil governar sendo gago; tropeçando nas letras naquele estádio cheio de gente, naquela Inglaterra arrogante; na iminência da morte no discurso ameaçador (cristalizado) do neurótico Hitler: “Vou matar vocês antes que o seu rei termine o discurso”.

O presidente... Desculpe o engano, o Rei com a farda pomposa – presidente é invenção de pobre; isso na cabeça dos intransigentes Ingleses. Já repararam que apenas eles, no mundo, constroem carros com o volante no lado direito? Será que eles estão certos e por causa da gaguez não conseguiram dizer o motivo de tanta convicção? – olha aquela multidão e aí... Olha para a câmara pálido, mudo, parece que tudo vai desmoronar; até os figurantes se irritam, e não é para menos, a guerra está para acontecer (a segunda mundial) e o Rei não diz nada, nadinha de naaa... Da.

Uma coisa o filme faz jus, você não vê pobre. Onde se vê Rei não se vê pobre. A verdade é que pobre não pede esmola a rei, é decreto real com punição de morte, para o pobre é claro; e o filme não poderia explorar essa ignomínia.

Enfim, o Rei fica muito puto e não é com a guerra, com as mortes e destruições, é com a gagueira; que, segundo avaliações recentes da medicina moderna não há cura, (vá que naquela época eles não soubessem disso!), no entanto, e eis é o grande lance do filme, ele conhece um sujeito pilantra que se diz médico - aqui no Brasil seria chamado de charlatão - e que curaria a gagueira dando-lhe bolinhas de gude para brincar na boca.

Um famoso crítico de cinema brasileiro chegou a dizer que o mérito do filme é essa relação que começa azeda e termina amorosa (no bom sentido, é claro), que faz a delícia do público.

É isso aí! Ele fica curado, assume a amizade com o médico charlatão que tanto agradou ao nosso crítico... Ah! Vocês viram a cara de Churchill? Não foi à toa que a Luftwaffe alemã foi neutralizada pela RAF britânica no mar do norte; e a Operação Leão do Mar foi adiada inde... De...Fi.. Finida...men...mente, ufa!

Ainda há quem diga que um e-mail anônimo circula entre os votantes da Academia apontando ligações do monarca vivido por Colin Firth com ação contra os judeus antes da II Guerra.(?)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

PÉ NA CABEÇA E CABEÇA NOS PÉS

 

 

INDICAÇÕES DO OSCAR 2011

FILME: A ORIGEM

ROTEIRO ORIGINAL

AVALIAÇÃO PESSOAL: RUIM

Um cara chamado Michel Foucault disse que a “patologia mental só tem realidade e valor de doença no interior de uma cultura que a reconhece como tal”.

Podemos dizer então que as diversas manifestações patológicas mentais só são consideradas como mórbidas quando houver alteração de grau de personalidade, e mesmo assim considerando que a cultura a reconheça como doença. Se alguém calçar sapos, de cores diferentes, será visto dentro de sua cultura, no máximo, como exótico. Entretanto, no início do século passado seria metido num sanatório.

Agora vamos imaginar um sujeito que está num sonho atuando ativamente para transformar a realidade. Isso é A ORIGEM. Um pé na cabeça e uma cabeça nos pés, e não adianta você querer colocar a cabeça no lugar porque você não saberá se ela está no sonho ou na realidade, ou seja, o filme não interage; dessa forma você se deixa conduzir como desfocado da realidade/sonho, tentando acreditar na sustentação teórica de que é possível, através da tecnologia, (isso me assusta) operar num mundo paralelo que se esbarra todo instante com a realidade.

Não terminei de assistir o filme. Minha cabeça estava saindo de lugar e a tela estava invertida.

Não entendeu? Assista “A ORIGEM”

Em tempo: Tenho lido algumas postagens classificando o filme como um dos melhores, em razão de seu entendimento estar “entre linhas”. Infelizmente tais pessoas não identificam o sentido que está por trás dessas ”‘entre linhas”. ?????

DROGAS E OVOS NO OSCAR 2011

 

 

 

INDICAÇÕES DO OSCAR 2011

FILME: O VENCEDOR

ATRIZ COADJUVANTE: MELISSA LEO - AMY ADAMS

ATOR COADJUVANTE: CHRISTIAN BALE

DIRETOR: DAVID O. RUSSELL

ROTEIRO ORIGINAL

MONTAGEM

AVALIAÇÃO PESSOAL: BOM

Tudo bem que Rock Balboa (estrelado pelo atlético Sylvester Stallone), um miserável babaca lutador de boxe, sem cozinheira, queria se casar e precisava de dinheiro. Tudo bem que aceitou o desafio do campeão mundial peso pesado – Apollo - e o nocauteou no último round. Tudo bem que tenha sido sucesso de público e de crítica, levando a estatueta do OSCAR de melhor filme do ano-1976. Afinal o então jovem atleta bebia ovo de galinha cru deliciosamente batido no liquidificador (será que as galinhas americanas não transmitem SALMONELLA?(???)), e comia bacon frito no breakfast antes de sair correndo, alguns quilômetros, até conseguir subir as escadarias de um edifício. Quanta gente chorou de emoção nessa cena onde a câmara rodava em torno dele, os braços levantados para o céu numa atitude de campeão. Só de lembrar o filme tenho vontade de chorar...

Pois muito bem, o novo “vencedor” de o VENCEDOR não come ovo, mas é treinado pelo drogado do irmão; um ex-pugilista que derrotara o campeão na sua categoria (ninguém sabe se o campeão escorregou ou se foi agredido, eis um trunfo do filme) e vive desse passado que só ele sabe se é verdadeiro ou não, e age como se fosse. Por sua vez, o irmão mais novo, que já andava meio aborrecido com a falta de compromisso do seu treinador e da esperteza de sua mãe, que o empresava (Você já deve ter visto essa coisa chata de família unida se roubando unida e todos sabendo calados), conhece num bar uma mulher que à semelhança do ovo de Rock o faz campeão. Faz mais, consegue além de curar o cunhado do vício (aqui sejamos justos; não foi diretamente, mas isso não importa; o que importa é que ele, depois de algumas dores de abstinência na prisão, sai direto para ajudar o irmão vencer a luta. Segue-se um blá, blá, blá sobre se, além de curado, ficara também responsável, ou o contrário) unir toda a família.

Atenção especial para a estratégia: “golpe em baixo, golpe em cima – golpe em baixo, golpe em cima. Foi assim que o primeiro irmão ganhou a luta (presume-se, caso não tenha sido a queda), e é assim que o outro irmão deverá ganhar a luta. Pasme, ninguém sabia dessa estratégia, nem mesmo o campeão derrotado.

Hoje a família anda chatamente unida; não rouba uns aos outros, vai ao cinema aprender novos golpes, sem drogas e sem ovos.